Religiosamente. Adoro.
Simplesmemte o melhor produto de ficção produzido pela tv portuguesa nos últimos (muitos) anos.
no filme Big Fish
Este filme era uma lacuna. Já andava há imenso tempo com vontade de o ver, choveram-lhe elogios de todos os lados. Até quase à recta final fui vendo o filme, estava a gostar, mas não tinha ainda sentido o "clique", aquele que distingue um filme que marca de mais um filme. E então aconteceu! Bastou uma cena para se fazer magia. O mundo à volta desapareceu e naquele momento era só eu e o ecrã. De repente, percebi tudo e a emoção envolveu-me. Cinema é esta sensação.

Constância
Adorava estes desenhos animados. Foram sem dúvida dos meus preferidos. Lembro-me de mim pequenita a chorar quando a mãe do Babar morreu. Uma ternura.
Soa intensamente a Maroon 5! Letra muito original e a voz do Ricardo assenta-lhe como uma luva.
Surpresa boa da noite! Divertida, ritmo viciante e enorme irreverência. E o refrão não fica no ouvido? Ando a trautear isto desde ontem.
Esta foi... Bom, oiçam. Arrecadou o segundo lugar. Fazendo uso do nome da canção, deveria ser Obrigatório Ter consciência musical antes de pegar no telefone e votar em alguém.

Excerto de um artigo da revista Sábado desta semana acerca da intervenção da ASAE.
"Durante uma operação, numa padaria a norte de Lisboa, abriu a porta de um forno e viu saltar um rato lá de dentro. O susto foi tão grande que o homem caiu ao chão. Desorientado, pegou num pau e tentou matar o animal. 'Esse não consegue apanhar', disse o padeiro com ar de quem conhecia o rato há algum tempo. 'Os outros ainda vamos conseguindo, mas esse nem às ratoeiras vai.'"
Primeiro pensamento ao ler isto: "Olha o Ratatouille tuga!"
Portugal pode estar atrasado em muitos aspectos, mas na javardice está ao nível de Hollywood! Ah pois é, nisto ninguém fala! LOL =D
Amendoeira, Van Gogh
A Paixão by Rui Veloso

Estas conclusões por si só são reveladoras que algo de muito grave se passa no nosso sistema educativo. Mas assustadores são depois os comentários que vemos aos estudos no mesmo jornal, onde uma larga maioria das pessoas concorda e defende estas práticas. Não é dificil perceber pelo tipo de discurso que muitos dos que comentam a notícia são encarregados de educação dos alunos privilegiados. Os pais dos outros alunos são capazes de nem tomar conhecimento destes estudos nem têm acesso à internet para virem exprimir a sua opinião... Mas era essa que gostaria de ouvir! Encontram-se também professores a enaltecer esta situação. É enorme a lacuna na formação de professores para a educação multicultural. Estes são claramente discursos discriminatórios e racistas, que se vão reflectir também na diferenciação de tratamento dos alunos dentro da sala de aula.
Neste contexto, promove-se a tão proclamada igualdade de oportunidades?! Se as próprias escolas usam estes meios segregatórios como querem depois desenvolver programas e projectos de cariz inclusivo, combate ao racismo, aceitação étnica? Pessoalmente vejo aqui uma contradição desmedida.
O problema tem raizes muito profundas. É preciso mexer nas bases do ensino, trabalhar a mentalidade destes professores e destes pais. São processos morosos, que levam muitos anos e abrangem várias gerações, mas que urgem ser empreendidos.
Depois ainda há aqueles que condenam e atiram para a fogueira os autores do estudo, aqueles que querem empurrar o sujidade para debaixo do tapete. Não faço ideia se os estudos vieram a público numa altura oportuna para o governo como dizem. Importa é que foram tornados públicos e como estes muitos outros deviam ser, e não ficarem confinados a publicações ciêntificas e a um círculo de pessoas que se interessa. Admiro muito o trabalho dos sociólogos do ISCTE e de outros centros de investigação, e foi sem dúvida com alguns deles que mais aprendi durante o curso e desenvolvi mais o meu sentido crítico da sociedade.
9 Crimes by Damien Rice
Linda! Gosto mesmo é desta versão, só ele e a guitarra. Simples mas intensa.
Delirava com estes desenhos animados, sobretudo com a música do genérico! Ainda hoje o sei quase todo de cor.